sexta-feira, 24 de julho de 2015

Inauguração da Ciclovia da Avenida Paulista



Riscando os dias do calendário, em direção a bolinha que circulava o domingo, 28 de junho de 2015, o Pedalare! acompanhou ansioso a data de inauguração da Ciclovia da Avenida Paulista.
Chegada a data da efeméride, foi para lá com o pessoal do Chave de Boca, para participar da festa, com milhares de ciclistas de Sampa e cidades vizinhas.
Nem o frio antártico de 14°C nos intimidou!

Sigam-nos nessa data histórica não só para os ciclistas de São Paulo, mas para o próprio conceito de mobilidade urbana.



O dia amanheceu frio, mas já subiu dois graus... Pronto: o sangue voltar a circular, rsrsrs...



Aí estão os convocados pelo Chave de Boca; Evandro, Luiz, Tonibar, Sandre e Tiago.
Bora, gente! Tem chão até a Paulista...



A ciclovia Caminho Verde (Radial) se encontra atualmente na cor amarela. É que desbotou.
Ei, Haddad, se sobrar uns trocos, dê um trato aqui...



Encontramos, próximo à estação Belém do Metrô, este grupo de ciclistas que se dirigia para a Paulista. Como este, saíram incontáveis grupos de todos os cantos da cidade...



- Ciclo-esquadrão em formação, comandante!, rsrsrs...



Cruzando o Parque D. Pedro II: mais um bom pedal até o chapadão da Paulista!



Subidão da Rua Vergueiro: vejam só, aí ao lado, uma "carrovia" subutilizada.
Tudo bem, tudo bem: somos tolerantes com isso..rsrsr



Ei, não disseram que já estava pronta?... Ah, este trecho ainda é a rua Bernardino de Campos...



Praça Oswaldo Cruz: um tanto improvisada a divulgação. Estamos chegando...



Pronto! Ei-la! 2.700 metros de ciclovia novinha em folha, padrão de primeiro mundo (quase saiu FIFA), rsrsrs..



Ainda era cedo e nesse trecho ainda se podia pedalar com pouca pessoas.
Que emoção, hein, Luiz!



Bela iniciativa de quem decorou com flores brancas a Ghost Bike da Márcia Prado. A cicloativista morreu em janeiro de 2009 num acidente com um ônibus neste local.

Respeitando a dor da família, tal fatalidade colaborou para incutir a necessidade de se pensar - e agir! - em direção a uma política de mobilidade urbana democrática, que tenha o homem como centro irradiador - não os veículos.

Esqueitear, pedalar ou transitar com veículos automotores devem ser modalidades de deslocamento a serviço das pessoas, não as pessoas servirem de coadjuvantes à exposição e circulação dos respectivos meios de deslocamento.

Que a cidade seja tomada, invadida verdadeiramente, pelo respeito e tolerância entre todos os agentes de mobilidade.

Nossa querida Márcia deve ter se emocionado, onde quer que ela esteja...



Os motoristas colaboraram e, por volta das 9h30, era pequeno o tráfego na Avenida...



Lá ao fundo, a Praça do Ciclista...



Ah, é aqui que estão todos!. Estou vendo um jacaré de capacete aqui no cantinho?, rsrsrs...



Capricha no enquadramento, Luiz!. Esta é histórica!



Bikes de todos os tipos... Mas demos pela falta daquelas bonitas que rodam na ciclovia do Rio Pinheiros... Não avisaram os meninos de lá?



Público de todas as idades. Preparando os pequenininhos para serem bons cidadãos, amanhã!



A Avenida toda tomada.
Foi sentida a falta da grande mídia...



Apareceu até uma banda para a cerimônia... Aguenta aí, gente. O prefeito já está chegando...



A partir das 10h00, só bikes...



Que bonito, hein? Cadê os capacetes... dos quatro?



Amsterdam? Copenhagen?...

O embrião de um futuro "bike park".



Pausa no pedal: Versão infantil dos livros de colorir, rsrsrs...



Neste horário, por volta das 11h30, o trânsito de bikes era intenso...



Vambora, Sandre! Agora, um segundo pedal: rumo à macarronada, rsrsrs...



Incrível! Tirei uma foto, de mim mesmo, com a minha câmera... Logo, logo, estarão copiando essa minha ideia, rsrsrs...



Obra aprovadíssima! Em breve voltaremos aqui...

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domingo, 15 de março de 2015

Paranapiacaba - O morro que nunca acaba...

Hoje tem marmelada, tem sim senhor... mas o objetivo desta pedalada à Paranapiacaba, primeira do Pedalare! em 2015, em pleno 15/03, Dia Internacional do Circo, vocês saberão daqui a umas 25 fotos...

Vamos em frente...



 Passando pela estação Brás às 6h35. O Allan está com a sua Linus Vintage com pneus refletivos. Desliga esse troço, Allan, rsrsrs...




Enquanto o trem não aparece, mais uma foto clichê... Lá ao fundo, mais um grupo de ciclistas para atrapalhar os usuários do último vagão...





Pode sentar, gente. Vai demorar, rsrsrs...




Às 7h40 chegamos à estação terminal de Rio Grande da Serra. Daqui até Paranapiacaba são 15 km...





Contratempo: um vidrinho minúsculo perfura a câmara e obriga o Sérgio a demonstrar suas habilidades... Em cinco minutos o pneu já estava no jeito, novamente...





Agora, sim... O primeiro descidão anima, rsrsrs...





Sempre pelo acostamento...






Manacás: Árvores típicas da Mata Atlântica. Vale a pena dar uma paradinha para admirar...





Lá vai o Sérgio, com uma expressão de... descida, rsrsrs...





Sai da freeeeenteeee, rsrsrs...





E o Allan... Cadê o capacete, moço?




O que será que vem depois daquela subida em curva...



Oba, mais uma descida... Jerônimo!, rsrsrs....




Em todo passeio eu pego um... Desculpe-me, primo, mas o Allan já saiu ao lado da placa do gamo no Pico do Jaraguá, rsrsrs...




Esta é a última subida. Vamos lá que falta pouco...






Neste ponto passamos por alguns ciclistas levando suas bikes na mão... Não é vergonha, mas dá motivo para zoação por um bom tempo, rsrsrs...




 Pronto, montanha (não exatamente) vencida...





- Dona Maria, aqui é o Darcio. Põe pra fritar que estamos chegando...





Ueeeeebaaaa! Chegamos...






Solicitamos ajuda para um registro com os três,...





- Vai logo com esta foto, humano, rsrsrs...




Ponte, sobre os trilhos, que une os dois lados da cidade. Mais um clichê. Já sai de casa com esta foto na cabeça, rsrsrs...





Lá, ao fundo, a casa do administrador, onde atualmente funciona um museu. Dela é possível observar quase todo o pátio de manobras...



 Em direção ao porto...





Agora entendemos o porquê de tanta movimentação na cidade. É que estava acontecendo uma prova organizada pelo Sesc.





Ahá, aí está o motivo de termos atravessado a cidade de metrô e trem, pedalado por 15 km por subidas e descidas...Viemos saborear as coxinhas da barraca da Dona Maria, no Largo dos Padeiros, logo ali no fim da ponte.



Olha aí, Carlão, o que você está perdendo... O Pedalare!, que você criou, não nega as origens e continua revelando onde estão os points da gastronomia fina, rsrsrsrs...



O incomparável prazer de devorar uma coxinha no Dia Internacional do Circo...




O Sérgio, um profundo coneusseur de salgados, provou e aprovou!






Bucho cheio, pedal. Simbora para o castelinho do administrador...





Putz, olha o sujeito no whats. A distração é tanta que o cérebro não está mais mandando comando para as pernas, rsrsrs...




Em frente à mansão da família Adams, rsrsrs... Claro, é o castelinho, a casa do administrador...




Devagar aí, Sérgio!, rsrsrs...





Jogar um WD-40 aí, quem sabe, rsrsrs....



Tá bom, Allan, só mais esta, rsrsrs...





Bora pra casa....





Eita subidão. Aqui, só empurrando...





Paranapiacaba ou, segundo o Sérgio, a cidade do morro que nunca acaba... Pois bem, aquele trecho agora é de descida: E vamos nóóóóssssss... O Sérgio registrou velocidade máxima de 60 km/h neste trecho.



Máxima de 40 km/h é só para os carros, tá?, rsrsrs...





O trem chegou rápido, mas demorou uns 30 minutos para deixar a estação. Além disso tivemos que fazer baldeação na estação Mauá.




Quinze bicicletas no vagão quando a CPTM só permite quatro, rsrsrs... Quem mandou atrasar a saída...

Valeu o passeio de hoje, Allan e Sérgio! Domingo que vem tem mais...